Natal

por RETRY CD

Natal

Dezembro! Entrámos no mês do Natal!

Tempo de Paz, de Amor, de Proximidade, em que as famílias se juntam e revivem memórias de vida em conjunto, nostalgia por quem já partiu de uma ou outra forma. Revive-se tudo o que uma Vida contém! 

Desejamos oferecer uma prenda, um miminho a todos os que nos povoam e aquecem a alma no dia a dia! Apela-se à criatividade e à gestão de um fundo de maneio suplementar. Sentimo-nos generosos e alargamos os cordões à bolsa! 

Mas o que é afinal o Natal, este festejo que a ninguém passa despercebido e quer se goste ou não, se deseje ou não, acabamos sempre por vivenciar com emoções intrínsecas, que remontam aos anos mais longínquos da infância de cada um. 

O Natal, dia 25 de dezembro, comemora o nascimento de Jesus Cristo, a figura mais significativa do Cristianismo, sendo por isso, uma das datas mais importantes do calendário cristão. Natal, com a origem no latim de “natalis” é derivada do verbo nascer (nāscor).

O dia de Natal é feriado religioso, festejado no mundo e respeita ao período de 25 de Dezembro ao dia de Reis, dia 06 de janeiro. Esse período foi o tempo que os Reis Magos – Baltazar, Gaspar e Melchior - levaram para chegarem a Belém, cidade em que Jesus nasceu.

Contudo, o Natal remonta à antiguidade e era uma festa pagã. Por exemplo, os romanos celebravam a chegada do inverno (solstício de inverno), praticando o culto ao Deus Sol, com o intuito também, de um tempo de renovação.

Na Mesopotâmia, celebravam o “Zagmuk”, uma festa pagã em que um homem era escolhido para ser sacrificado. Esta prática tinha a ver com a crença de que no final do ano, acontecia o despertar de alguns monstros.

A partir do século IV, e com a consolidação do Cristianismo, a festividade foi oficializada como Natal do Senhor, não se sabendo ao certo o dia em que Jesus nasceu tendo sido assumido o 25 de dezembro, também como uma forma de cristianizar as festas pagãs romanas. 

 Temos então, tradições religiosas e pagãs, como se pode perceber.

Podemos começar pelas religiosas: o Presépio: a casa simbólica, o lugar onde Jesus, enquanto Menino, nasceu! Nesse mesmo lugar, encontra-se o Menino Jesus, na manjedoura de palha, aquecido pelo bafo da vaca e do burro; a Nossa Senhora e o São José; os três Reis Magos que vão festejar o nascimento, com a oferta de presentes; a estrela que orientou os Reis Magos até a cabana e o Anjo, S. Gabriel, que deu a conhecer a Maria, que ia tornar-se a mãe de Jesus.

O primeiro Presépio foi realizado, no século XIII, na Itália, por São Francisco como forma de explicar ao povo, o nascimento de Jesus. Se pensarmos nas figuras do presépio vemos que se encontram representadas figuras Divinas (Jesus, Anjo) conjuntamente, com figuras terrestres (pessoas e animais).

Existe a missa do galo, à meia noite do dia 24 para o dia 25 de dezembro em homenagem ao nascimento de Jesus, missa cantada com vários rituais alusivos ao momento, em que comparecia a maior parte das famílias das respetivas comunidades.

No que respeita à árvore de Natal, foi Martinho Lutero, monge agostiniano, figura principal nas reformas protestantes, quem montou em casa, a primeira árvore de Natal. Já se utilizava, enfeitar as árvores exteriores para festejar a chegada do Inverno. Por isso mesmo, escolhia-se o pinheiro, por ser a árvore mais resistente a essa estação do ano. Tornou-se um símbolo de esperança e de paz. A árvore de natal tradicionalmente, faz-se em casa, numa data próxima do Natal e desfaz-se no Dia de Reis, encerramento da época natalícia.

Ao pensarmos na árvore de Natal, surge-nos logo a imagem do Pai Natal, inspirada num bispo turco, S. Nicolau. Pessoa muito generosa que deixava moedas próximas das chaminés das pessoas mais carenciadas e dessa forma, promotor da vontade de dar/oferecer, na época natalícia. Figura mais tarde, através da publicidade, vestida com o seu fato e gorro vermelho e apelidada de Pai Natal, que vem deixar prendas – em vez de moedas - aos meninos que se portaram bem, durante o ano. 

Então, falta-nos apenas a ceia de Natal! Originária da Europa, em que as pessoas deixavam habitualmente no dia a dia, as portas de casa abertas, para receberem e matarem a fome e a sede a viajantes. Simboliza a confraternização das famílias, pelo que na véspera de Natal, as famílias se juntam e partilham o jantar à mesma mesa.

Cada país e mesmo, cada região, conforme a sua cultura têm uma ementa natalícia própria. Na cultura portuguesa não pode faltar o bacalhau cozido com batatas e couve portuguesa, regados com abundante azeite, no jantar de Natal. As doces rabanadas, bolo rei e variadas sobremesas consoante a zona geográfica e inerentes costumes, cujos cheiros nos transportam de novo para a infância.

Não podemos deixar de esquecer a correria para a escolha de prendas para pequenos e graúdos, bonitos embrulhos que irão colorir o espaço junto às árvores de natal ou junto às lareiras, por onde o Pai Natal irá descer, na entrega das tão desejadas prendinhas.  

No jantar de Natal e no dia 25, todos vestem lindas e festivas toiletes, compradas ou que oferecidas, cujo brilho resplandece na alegria e sorrisos de cada rosto. 

Já escolheram a vosso toilete, já a adquiriram? Ou já fizeram essa oferta a um familiar ou amigo?... Estão mesmo no timing certo! 

Visitem a Retry, vejam as vantagens e percam-se na sua qualidade, variedade e cores! 

Feliz Natal, gente bonita!  

 

By Matilde Proença


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